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À moda do Minho no Nora Zé da Curva
Aos sábados há rojões com papas de sarrabulho, o cozido sai às sextas, o arroz de pato às quintas e assim sucessivamente.
Todos os dias há um prato típico, e de grande robustez, que incluem o cabrito mamão assado no forno ou o já célebre bucho recheado, isto para além dos bacalhaus e da vitela assada de todos os dias.
Tal como o nome indica, a tasca de outrora é hoje um restaurante bem-posto, com todo o conforto e comodidade e a cozinha saborosa e apaladada de todos os tempos.
O mais difícil é mesmo dar com a porta deste Nora do Zé da Curva, que fica no interior do quarteirão formado pelas ruas de Santo António e de Gil Vicente.
Acede-se por ambas, no caso da primeira atravessando um pequeno centro comercial, sendo que da Rua Gil Vicente a entrada é por uma oficina e automóveis.
Não confundir com o moderno Nora do Zé da Curva, na Rua da Rainha, em pleno centro histórico, que é dos mesmos proprietários mas não é a mesma coisa.