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Macau, uma nova Las Vegas à conquista da Ásia
Que o antigo território português se está a transformar na “Las Vegas da Ásia” é uma constatação confirmada pelo seu novo “skyline” e pelos números. Mas Macau, entre novos e velhos luxos, mantém ainda o recorte português.
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Dusseldorf, a rainha do Reno não treme
Com Dusseldorf, muito festivaleira, sob os holofotes do Eurofestival da Canção 2011, fomos ao baú Fugas retomar uma visita à capital da Renânia do Norte, uma espécie de modelo de virtudes germânico, cidade elegante, rica, segura, desenhada num cenário fluvial idílico.
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Histórias do Mediterraneo III: O mar dos milagres
Em mais uma série de etapas do seu périplo, Luís Leiria e Miguel Portas conduzem-nos através da fascinante memória do Mediterrâneo. Começando em Mari, velha cidade suméria junto a um Eufrates, continuando em Assuão, no Egipto, divergindo depois para Alexandria e para a Líbia Cirenaica, os autores mostram-nos como a História do Mediterrâneo se "serve em camadas sobrepostas". E como, para além dos testemunhos patrimoniais, se percebe que a sua civilização "combina prazer e poder, deleite e triunfo". Camilo de Azevedo fotografou a peregrinação.
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Histórias do Mediterraneo II: O caminho das areias
Em quase toda a sua extensão oriental e sul, o Mediterrâneo é cercado pelo deserto. Através dessas areias traçaram-se as rotas das caravanas que, além de mercadorias, misturavam gentes e ideias. Nos oásis nasceram cidades de passagem. Ou de fronteira entre mundos. Tal como nos portos marítimos, aí nasceram civilizações originais. Vamos por Palmira (Síria), Petra (Jordânia) e o deserto de Wadi Rum, Ajila (Líbia) até à Tunísia e Marrocos. Miguel Portas e Luís Leiria seguem o percurso, documentado para a série televisiva "Périplo – Histórias do Mediterrâneo". Camilo Azevedo assina as fotografias.
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Histórias do Mediterrâneo I: Cidades do mar, cidades do encontro
Em 2006, Miguel Portas relatou na Fugas, em conjunto com Luís Leiria, uma série de viagens pelo Mediterrâneo. Uma odisseia pela memória de um mar que chegou a ser o centro do mundo e moldou a cultura da Humanidade.
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No Irão, uma viagem pelo inimaginável
O escritor Miguel Urbano Rodrigues passou duas semanas no Irão. Arrastado pela necessidade de visitar Persépolis, acabou por atravessar a antiga Pérsia, das praias do mar Cáspio às terras quentes do Sul, e chegou à conclusão de que a imagem de país de fanáticos associada ao Irão é falsa e perversa.
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