Já com a carta portuguesa, comprou um Honda CR-V. Mais tarde, deu razão ao pai. Em 2007, escolheu um Mercedes ML 420 para estacionar na garagem. Um jipe espaçoso que, na altura, encaixou na perfeição com a receita médica: depois da operação ao joelho, nada de carros apertados, nada de bater com as pernas no volante. Neste momento, é o carro dos seus sonhos e que o atleta não pensa trocar. Um Mercedes decorado a preceito no interior porque Obikwelu adora tudo o que seja extras. Compra revistas da especialidade para analisar e escolher os acessórios de que mais gosta, ou seja, luzes, GPS, coisas automáticas.
"Não sou fanático por carros, mas gosto de automóveis rápidos e com muita potência", admite. Não que ande sempre a acelerar, mas porque faz questão de sentir que a viatura responde ao que lhe é pedido e não vacila um segundo. "Na cidade, respeito os sinais", garante. Fora da pista, tenta controlar a velocidade para cumprir as regras. O que tem acontecido: um percurso na estrada limpinho, sem qualquer acidente.
Fica com o coração apertado, quando empresta o Mercedes aos amigos. Prefere ir ao volante, do que ir ao lado. Mas, de uma forma ou de outra, não tem havido sustos. A segurança é, aliás, um dos requisitos que mais privilegia na hora da compra do veículo. Por isso, as marcas japonesas e alemãs ocupam o topo da sua lista de preferências.
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Francis Obikwelu: Rápido e com muita potência