Os faróis dianteiros serão o elemento mais distintivo do novo C em relação ao antecessor. Tanto na carroçaria de quatro portas como na carrinha. O capot é agora em alumínio e a boa aparência exterior continua a assentar em duas grelhas diferentes, baseadas nos níveis de equipamento Classic, Elegance e Avantgarde. O interior também viu melhorados o visual e os materiais de revestimento. Só o travão de estacionamento resiste a ver substituído o tradicional (e obsoleto) pedal. Todas as motorizações alinham pela designação BlueEfficiency, que se traduz em consumos mais comedidos. Para tanto também contribui a função Eco Start-Stop, que desliga e coloca a trabalhar o motor de forma automática nasquando de paragens do veículo.
Os blocos de quatro cilindros de injecção directa, a gasolina, de 1.8 litros com turbo, repartem-se por três patamares de potência (156, 184 e 204cv). A caixa manual de seis velocidades pode ser trocada pela automática 7G-Tronic Plus, a única disponível nos C250 e 350. Este bloco V6, aliás, viu aumentada a potência de 292 para 306cv com a redução do consumo médio de 9,9 para 6,8 l/100 km. Os turbodiesel de 2.1 litros que equipam as versões C180 CDI (120cv), 200 CDI (136cv), 220 CDI (170cv) e 250 CDI (204cv) também viram baixar os consumos para valores entre 4,4 e 4,8 l/100 km.
A versão carrinha 250 CDI casa bem com a caixa automática, que se revela precisa e adequada para uma utilização mais familiar. Na lista de opções figura uma dezena de sistemas de assistência à condução, entre os quais a detecção de fadiga (Attention Assist), controlo de proximidade (Distronic Plus), e assistentes de luzes de máximos, de mudança de faixa de rodagem, de ângulo morto, limite de velocidade e de estacionamento.
Enquanto se espera pelo novo C Coupé - que substituirá o CLC -, os preços da nova berlina começam nos 38.908 (180 CGI) e 39.750 euros (180 CDI).
Mais
Refrescar a imagem e o corpo