Entre risos, justifica o porquê. É alto e precisa de ir "muito bem instalado", uma vez que percorre grandes distâncias diárias. "Em 18 meses fiz 160 mil quilómetros", exemplifica. Nas viagens constantes entre as redacções do norte e do sul do país, gosta de ir a ouvir música e a fumar um charuto. E fumar charuto num Porsche Boxster seria o ideal. "É o Porsche dos pobres, mas era o que eu queria", diz do seu carro de sonho.
Quando conduz o seu Mercedes refere que, muitas vezes, é reconhecido nas constantes viagens em auto-estrada. "Acontece várias vezes, nas ultrapassagens, por exemplo", confirma, acrescentando que há uma grande curiosidade por parte dos condutores para saberem qual é o carro que as caras da televisão têm. E Júlio Magalhães conduz, também, um Chrysler PT Cruiser Cabriolet, o carro que comprou há perto de dez anos, quando entrou para a TVI. No entanto, o jornalista insiste que usa o automóvel essencialmente para as obrigatórias deslocações do trabalho, não cultivando grandes paixões por veículos.
Júlio já teve algumas peripécias ao volante, apesar de nunca ter sofrido um acidente grave. Confessa andar com alguma velocidade, mas também não recorda nenhuma multa relevante. "Apenas uma ou outra de estacionamento", conta. Sem imprevistos marcantes a assinalar, recorda uma máquina dos tempos de criança que o marcou: um BMW 2002, o carro do pai. "Ainda tinha cassetes de cartucho", ri-se. Para além deste, o primeiro automóvel que teve ainda ocupa um lugar especial. Era um Seat Marbella e, ao volante deste pequeno automóvel, foi até de lua-de-mel. O destino era Veneza e a viagem fez-se pelo Sul de Espanha, entre horas de condução e paisagens mediterrânicas.
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Júlio Magalhães: "Era o que eu queria"