Fugas - motores

Hélder Reis: Um Mazda3 económico e fora do vulgar

Por Sara Dias Oliveira

Não foi amor à primeira vista. O namoro durou algum tempo e a paixão foi progressiva. Consultou revistas da especialidade, entrou em fóruns da Internet, foi a um stand para fazer um test-drive de dois dias e só depois avançou com a compra. Um negócio ponderado que valeu cada euro investido. Há cinco anos que o apresentador de televisão Hélder Reis conduz um Mazda3 cinzento e até agora não se arrependeu. "Gosto muito dele. É tudo aquilo que queria que fosse: eficiente, espaçoso e muito económico." "Não é um carro muito vulgar e tem-se portado bem", acrescenta.

O problema tem sido calcular pequenas distâncias, num carro que não é muito grande nem muito pequeno. E é a pintura que sofre com as manobras mal calculadas.

"Já pintei os pára-choques umas quatro vezes", confessa. Decidiu colocar sensores no Mazda, mas, mesmo assim, já chocou contra uma boca-de-incêndio. Tirando estes pequenos contratempos, o cadastro do apresentador e vocalista da banda Pólen, está limpo: sem acidentes nem multas. "Sou um condutor muito pacífico, detesto velocidades, sou muito tranquilo", garante. O respeito pelos limites de velocidade e a condução segura têm-lhe poupado sustos maiores na estrada.

Com tantos quilómetros os afazeres profissionais significam, por vezes, percorrer o país de lés-a-lés -, Hélder Reis já gostou mais de conduzir do que agora.

"Por semana, faço milhares de quilómetros e prefiro ir ao lado do condutor", diz. Tempo que rentabiliza a responder a e-mails, atender telefonemas e a preparar o programa do dia. Não é obcecado com a viatura, mas não descura as suas necessidades.

"No que é importante, sou extremamente brioso." A hora da revisão não lhe passa ao lado.

Tirou a carta de condução em 1999 e, um ano depois, comprou um Peugeot 106, em segunda mão, num stand de rua. "Gostei muito dele." Apetrechou-o com um equipamento que considera fundamental: umas boas colunas de som. Ainda hoje assim é: há CD que entram no carro e não saem de lá.

Nem sequer chegam às prateleiras lá de casa.

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