Para facilidade adicional de condução, em particular em curvas apertadas, o Delta dispõe do Absolute Handling System, uma evolução do sistema de controlo de estabilidade, que actua sobre a direcção em caso de sobreviragem e inclui ainda uma função denominada TCC (controlo da transferência do binário) que actua como um diferencial autoblocante.
Sendo um estradista por excelência, a circulação em cidade não foi descurada: além de possuir auxílio ao arranque em subida, premindo o botão "City" no painel de instrumentos a direcção torna-se mais leve para facilitar as manobras de estacionamento. Outra nota positiva é o facto de dispor de um pneu de emergência sob o fundo da mala em vez do famigerado kit de "reparação" de pneus, agora tão na moda, que, além de estragar o pneu e necessitar de substituição, é ineficaz em caso de danos no pneu maiores do que um simples furo.
Onde "a bota não bate com a perdigota" é no capítulo dos consumos: a marca anuncia uma média de 4,6 l/100 km. Numa condução suave, com uma parte em auto-estrada e sem apertar com o carro, não conseguimos baixar dos 6,6 l/100 km.
Em termos de segurança, para além do que já foi referido, dispõe de cinco airbags (frontais, laterais dianteiros e de cortina), podendo em opção ter airbags de joelhos para o condutor (+ 105 euros). Também em opção pode trazer faróis em xénon com iluminação em curva (885 euros), suspensão activa (825 euros), tecto de abrir eléctrico (1300 euros), aviso de transposição de faixa (515 euros), sistema de parqueamento semiautomático (515 euros) ou sistema de navegação (a partir dos 1260 euros).