A Volvo Car Portugal tem um novo director-geral, Thomas Schmutz, e aproveitou a ocasião para também traçar um quadro das actividades presentes e futuras do fabricante sueco, não só em Portugal, mas também a nível internacional. Adquirida à Ford Motor Company, em 2010, pelo grupo chinês Zhejiang Geely Holding Group, a Volvo Car Corporation regressou aos resultados positivos no ano transacto.
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O objectivo principal da Volvo é manter a sua reputação como fabricante de automóveis com altos níveis de segurança e fiabilidade, que se destacam também pelas performances e baixos consumos e emissões, nomeadamente na gama DRIVe, cujos C30 (hatchback), S40 (berlina) e V50 (carrinha) apresentam consumos médios de 3,8 l/100 km e 99 g/km de emissões de CO2. Os veículos da gama DRIVe constituem actualmente 80% das vendas da marca e existe uma versão da carrinha do segmento D, V70 DRIVe, com o mesmo motor a gasóleo 1.6 de 115cv dos C30, S40 e V50 DRIVe com um consumo médio de 4,5 l/100 km.
No que se refere ao mercado português, embora com menor número de unidades vendidas até Agosto de 2011 (-7%), a quota de mercado aumentou, tendo a Volvo Portugal um crescimento percentual superior à média europeia do fabricante e, como objectivo, atingir os 1,83% no final de 2011. A estratégia para alcançar essa meta assenta no controlo de custos, na satisfação dos clientes (a carteira aumentou 20% nos últimos três anos), na confiança nas relações com fornecedores, concessionários e clientes, bem como em carros com pegada ecológica reduzida, performance e preços acessíveis, sem comprometer a segurança e a fiabilidade.
Para além do menor consumo de combustíveis fósseis, a Volvo aposta também nos meios de propulsão alternativos, casos da carrinha V60 híbrida plug-in e do C30 eléctrico. No Salão Automóvel de Frankfurt, a decorrer, o fabricante sueco apresentou uma nova estratégia global e também um novo protótipo.