Fugas - motores

Viviane Parra Guerreiro: Um carro seguro e estável

Por Sara Dias Oliveira

Na garagem da ex-vocalista dos Entre Aspas, Viviane, que agora prossegue a sua carreira a solo, convivem um monovolume e uma carrinha "simpática".

É coerente na compra de automóveis: na sua garagem só entraram Renault. Primeiro foi um Renault 5, a primeira aquisição com a carta de condução novinha em folha. Carro em segunda mão, em bom estado, andou três anos nas mãos da cantora Viviane Parra Guerreiro que decidiu trocá-lo por um automóvel mais económico e com maior capacidade para transportar instrumentos. Comprou uma Renault Kangoo amarela que ainda hoje conduz. "É uma carrinha simpática, gosto muito dela." A Kangoo partilha a garagem com um monovolume Renault Espace.

Viviane gosta de veículos altos e o Espace preenche-lhe as medidas. "É um carro que dá para transportar sete pessoas, um carro de viagens. É confortável e é uma festa viajar nele", garante a ex-vocalista dos Entre Aspas e que agora anda na estrada com o terceiro álbum de originais intitulado As Pequenas Gavetas do Amor.

Já o levou a França, país onde nasceu e de onde saiu com 13 anos. "Gosto das marcas francesas", admite. E o Espace já lhe provou que é digno da sua confiança. Numa situação complicada, depois de pisar um lençol de água, aguentouse, não capotou e a barra de ferro que tem na parte frontal protegeu os passageiros. "Senti, ainda mais, que é muito seguro e muito estável." Além disso, tem espaço para transportar os instrumentos musicais. Há dois bancos que podem "desaparecer" para que o material dos concertos se sinta mais à-vontade. A segurança e o conforto são, aliás, critérios que têm sempre debaixo de olho na hora da compra.

Viveu dez anos em Lisboa e não tinha muita paciência para as filas de trânsito. No Algarve, onde agora reside, é mais calmo. "Quando estou ao volante, gosto de conduzir com controlo total do que está a acontecer à minha volta, com a velocidade suficiente. Tento que a minha condução seja o mais segura possível e tenho os sentidos em alerta para ver o que os outros estão a fazer", diz.

É uma condutora prudente e, sempre que a situação o permite, tenta facilitar a vida aos outros automobilistas. Mas há uma coisa que a irrita: os piscas que não são ligados. "Parece que ligar o pisca perdeu a sua importância, que já não está na moda", comenta.

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