Ainda assim, apesar do sentido prático e de não ser um amante de automóveis, admite gostar de SUV"s (Sports Utility Vehicles): "Não dou importância nenhuma se o carro é grande, pequeno, mas se houver um carro que eu diga assim que gosto são aqueles SUV, meio jipes meio carros, é uma coisa meio híbrida. Desses eu gosto", reconhece.
Memórias mais especiais, só guarda de um Volkswagen Golf que teve por volta dos 22 anos: "Gostava muito dele, mas depois tive de o trocar, porque já era um bocado velhinho, devia ter aí uns 20 anos, e começou a dar muitos problemas. Era um Volkswagen Golf dos mais antigos de todos. Cabriolet", recorda.
Quando tem mesmo de conduzir, prefere fazê-lo de noite e em estradas nacionais, "de preferência sem camiões". Conduz devagar, garante que não é "nada acelera", e vai sempre a ouvir música. Não a sua, mas o jazz e a música brasileira que tem no ipod ou, então, sintoniza uma estação de rádio e aceita "as sugestões dos locutores".
Mas preferir, preferir, prefere andar de comboio: "É o meu meio de transporte de eleição. As viagens são mais agradáveis. Tem um barzinho onde nós podemos andar. Podemos dormir, os bancos são confortáveis. Podemos estar a ver um filme, fazer refeições..."