Mas não há apenas novidades na segurança. A preocupação com o conforto é visível nos materiais usados no interior de "qualidade sensorial superior", nos vidros eléctricos dianteiros ou no volante ajustável e com comandos áudio e de telefone. Mas também é mais confortável pelo aumento do espaço: o novo Yaris cresceu ligeiramente, mas isso foi suficiente para o interior ganhar espaço para ocupantes e bagagem (a mala cresceu 12 litros).
Na vida a bordo, a novidade está no sistema multimédia Toyota Touch que coloca o utilitário na dianteira da conectividade entre os seus pares: é possível usá-lo, através de sistema táctil, para ouvir música importada por ligação Bluetooth ou por entrada USB, usá-lo como visor para a câmara traseira de apoio ao estacionamento ou do computador de bordo. Mas, no equipamento de topo, o Sport, o Toyota Touch pode transformar-se num sistema de navegação com possibilidade de ligar o veículo ao telemóvel e aí receber SMS, ligar-se à internet ou fazer o download de aplicações, tais como uma para aceder ao Facebook ou para saber onde encontrar combustíveis.
Onde há menos novidades é nos motores. Pelo menos visíveis. Os blocos são os mesmos do Yaris de 2.ª geração: o 1.0 litros com 69cv geridos por uma caixa manual de cinco velocidades, o 1.33 de quatro cilindros e 99cv (com caixa manual de seis ou automática) e o 1.4D-4D, a gasóleo, com 90cv (caixa manual de seis ou semi-automática pilotada). Mas apresentam-se melhorados em emissões e consumos. O motor a gasolina 1.0 com 110 g/km e 4,8 l/100 km; a versão a gasóleo regista 109 g/km e 4,1 l/100 km. O 1.33, que chegará mais tarde, 127 g/km e 5,5 l/100,km.
Para entrega, já estão disponíveis duas das três versões apresentadas - o 1.0, desde 12.980€; a versão a gasóleo a partir de 16.980€ (o 1.33 chegará com um preço-base de 14.865€).