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  • Nuno Alexandre Mendes
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Já não temos desculpas para entrarmos às cegas no Parque Nacional do Gerês

Apesar de ter quatro décadas, a ideia só começou a avançar já neste século. A primeira porta a abrir ao público foi a de Lamas de Mouro (Melgaço), onde, desde 2004, já passaram 18 mil pessoas. Dois anos depois, abriu ao público a de Campo do Gerês, em Terras de Bouro, uma das mais procuradas. O facto de acolher também o Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna (aldeia submersa pela albufeira da barragem homónima) tem valido especial atenção dos utilizadores. Mais de 80 mil pessoas passaram ali desde a sua abertura.

A mais recente das entradas do parque começou a funcionar em 2008, no concelho de Ponte da Barca. A estrutura está instalada no Castelo de Lindoso, a três quilómetros da fronteira espanhola, e é a única porta transfronteiriça do PNPG, permitindo a ligação entre a área protegida portuguesa e o Parque Natural Baixa Limia/Serra do Xurés, criado em 1992.

A fortificação beneficiou de obras, o que permitiu criar um núcleo museológico militar, lembrando o tempo em que aquele castelo foi um importante reduto de defesa da fronteira. No interior da muralha existirá um núcleo explicativo das características de fauna e flora do parque, bem como do património histórico do concelho. Do lado de fora, junto do maior conjunto de espigueiros de Portugal, estará a porta do parque, com uma loja de produtos locais, um pequeno auditório e o espaço de recepção dos visitantes do PNPG.

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