“Adoro a sua versatilidade e possibilidade de facilmente fazer filtros sobre filtros e, assim, criar um resultado único, dificilmente repetível (nem mesmo por mim mesmo)”, diz Daniel que, sendo fotógrafo amador, começou a apaixonar-se pela fotografia há cerca de 10 anos, quando comprou a sua primeira máquina digital. Em 2012, com o seu iPhone descobriu a iPhonography, a fotografia feita com estes telemóveis.
Tal como Daniel, apesar de haver muitas participações de profissionais, a maioria dos participantes são apenas “pessoas que adoram capturar momentos com o seu iPhone”, conta Kenan.
“A minha Nikon e o conjunto de lentes que tenho dá-me algumas possibilidades técnicas que não consigo ter no iPhone. O facto de ter sempre o iPhone comigo, a sua simplicidade de utilização, as aplicações para trabalhar as fotos e a possibilidade de as partilhar imediatamente (incluindo até a informação do preciso local em que foram tiradas) é algo que me fascina”, diz Daniel que, ainda assim, não consegue dizer que prefere a fotografia com o telemóvel.
Para Kenan Aktulun a beleza das fotografias tiradas com iPhone não está na sua qualidade, até porque, confessa, as que recebe para o concurso nem sempre são as melhores. “É a recordação de um momento que tem algum tipo de significado e a que por alguma razão ficamos ligados emocionalmente. É essa a razão por que a iPhonography está a crescer e milhões de pessoas partilham as suas fotos todos os dias.”