A marca nipónica concluiu que, em 2020, só 10% dos automóveis serão totalmente eléctricos. Os outros 90% terão um motor de combustão interna como base mecânica. Neste sentido, a Mazda aposta na construção de automóveis mais eficientes e divertidos de conduzir. Por outro lado, como apenas 30% do que entra no depósito resulta em força motriz, o construtor sabe que ainda existe uma enorme margem de progressão para os motores de combustão interna.
A tecnologia Skyactiv aborda o automóvel a partir de uma folha em branco. E, no caso do motor 2.2 diesel, o que mais interessa ao mercado português, a Mazda, ao contrário do que seria normal, baixou-lhe a taxa de compressão para níveis recorde. Entre outros aspectos, isto permite prescindir de um catalisador de gases NOx, sem deixar de cumprir a norma de despoluição Euro VI, e atingir um regime máximo de 5200 rotações, o que torna as sensações de condução mais próximas das de um motor a gasolina. Saúda-se ainda a diminuição dos consumos em 20%, do peso do motor em 10% e da sua fricção interna em 20%.