Com um pequeno ajuste: as travessias oceânicas, por exemplo, foram feitas recorrendo a veículos poluentes, tendo sido feito o cálculo das emissões (do transporte tanto das equipas como dos veículos) para posterior compensação ambiental através do myclimate.
Agora, a expectativa é de que pelo menos três equipas — uma da Suíça, outra da Alemanha e uma terceira da Austrália — terminem a corrida a tempo, regressando ao ponto de partida, junto à sede das Nações Unidas. Apenas um dos quatro veículos participantes, que se distinguem pelo facto de serem totalmente eléctricos, não chegou na data prevista a Cancún, no último dia 6 de Dezembro, onde as equipas Zero Emissões participaram na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas.
A prova, organizada por Louis Palmer, um suíço que se notabilizou por ter sido o primeiro a fazer uma volta ao mundo num veículo 100% eléctrico, o seu Solartaxi, pretende “provar a eficiência e segurança da mobilidade eléctrica, mesmo quando se conduz cruzando continentes, nos desertos e montanhas e por variadíssimas condições meteorológicas e de estrada”.