Noma, chefiado por René Redzepi, em Copenhaga, que até "só" tem 2* Michelin, subiu do 3.º posto de 2009 (e em 2008, do 7.º) para a liderança deste respeitado top anual. Mas o "papa" Adrià nem tem razões para grandes tristezas: o júri atribuiu-lhe o prémio Chefe da Década. Aliás (e inevitavelmente), o novo "chefe-rei" Redzepi, foi aluno do catalão. Já The Fat Duck (Londres), de Blumentahl, desceu de 2.º para 3.º.
PORTUGAL: 0
Portugal não tem direito a presença no top S. Pellegrino dos "50 melhores restaurantes do mundo (nem na "2.ª divisão", do 51 ao 100), mas há um restaurante bem posicionado que fala português: o D.O.M. de São Paulo (Brasil), do chefe Alex Atala (que esteve recentemente por cá, no Peixe em Lisboa), em 18.º (subiu seis posições) - o melhor da América do Sul. Nota ainda para Macau, que meteu palavrinhas lusas na lista: o restaurante A Galera (do Hotel Casino Lisboa, pelo chefe francês Joël Robuchon) conseguiu a 55.ª posição.
ESPANHA, La Reina
Saliente-se que, aqui mesmo ao lado, a Espanha continua a ser uma grande potência gastronómica (será já a maior do mundo?), muito graças à cozinha catalã e basca: além de Adrià, há mais dois restaurantes entre os cinco primeiros: El Celler de Can Roca (4.º, chefe Joan Roca na foto- que também esteve no Peixe em Lisboa, Girona-Catalunha), Mugaritz (5.º, chefe Aduriz, Rentería-País Basco), Arzak (9.º, chefe Arzak, San Sebastián-País Basco) e Martín Berasategui (33.º, chefe Berasategui, San Sebastián-País Basco).
No top 50, EUA têm oito presenças, a França seis, a Itália cinco e o Reino Unido quatro.
Mais
Noma da Dinamarca é o "melhor restaurante do mundo"