São casas de "quatro andares, decoradas com azulejos e estilo pombalino", localizadas numa zona privilegiada da cidade: "distante do centro o suficiente para fugir do barulho e próximo o bastante para se puder caminhar até lá".
Por quatro páginas da revista, marcadora de tendências, vendida em 30 países e com uma circulação de 150 mil exemplares, respira-se um dos bairros mais antigos de Lisboa, onde não faltam referências aos barbeiros e alfaiates ou aos pastéis de nata e vistas para o Tejo, ponte 25 de Abril e Cristo Rei, conseguidas a partir de alguns apartamentos. A capa traz mesmo um autocolante amarelinho com chancela "Monocle" e a frase "Good Living in Lisboa" (algo como 'viver bem em Lisboa').
Os cafés de bairro, as pequenas lojas e a calçada portuguesa são outras das atracções descritas na revista. E os "populares repuxos" junto a Santos ou o Jardim da Estrela, "preenchido pelos sons dos alunos brincando e da troca de opiniões com os donos dos cafés" também não foram esquecidos. Há ainda dicas sobre onde ficar, comprar e bons locais para comer e beber.
Entre outros, referem-se o bar Matiz Pombalina, o hotel York House, loja-pastelaria Mel das Arábias, restaurante XL, o Clube de Jornalistas, Boutique Doce ou pastelaria Cristal, as criações da Sabores da Nossa Terra, loja Pátria Interiories, a gourmet DegustArt, arquitectos Euclides Barros, o antiquário Diferença ou mesmo o Talho Amaro e a barbearia Melcar.
Relativamente a casas, a Monocle, neste artigo de Ivan Carvalho com fotos de Patrícia Almeida, refere apartamentos de 120m² à venda por 320 mil euros e arrendamentos a 800 euros por mês (casas de 80m²).