A sociedade alegava a falta de licenciamento das obras e a destruição de uma pista de corta-mato. Porém, o juiz do Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra indeferiu a providência cautelar, em Março deste ano, por entender que são "maiores os danos" resultantes do deferimento do que os que resultam da recusa. A presidente da Liga dos Amigos do Jamor, Margarida Novo, recorreu da decisão, mas o recurso não leva a uma nova suspensão.
A empreitada, que prevê um campo com nove buracos em 24 hectares.
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