O pedido de reformulação dos aviões já foi feito à Boeing, a construtora americana dos únicos aparelhos usados pela Ryanair (737-800): “Pedimos à Boeing que certifique os aviões junto da FAA [Federal Aviation Administration, organismo americano que tutela a aviação civil] para que possa haver mais uma fila com seis lugares”.
Segundo Carvalho, a medida, que será implementada “em exclusivo em rotas de menos de uma hora e meia de duração do percurso”, permitirá “reduzir a tarifa média em cinco por cento”. Isto é, duas libras menos na média de 40 (menos cerca de 2,30€ em 45,8€).
Só não se sabe é quando estarão no ar os aviões com apenas um wc para uns potenciais 189 passageiros (e equipa de voo de seis pessoas): “o tempo para a concretização desse plano não está nas nossas mãos”, diz o porta-voz da companhia, adiantando que, polémicas e inconveniências à parte, não são esperados outros contratempos já que, quanto a serviço de wc aéreo, “não há legislação sobre a matéria”, sublinha Carvalho.
A propósito deste novo plano, Michael O’ Leary já tinha comentado que “de qualquer modo, raramente são usadas todas as três casas de banho de cada avião”.