O objectivo do festival, à semelhança da edição anterior, é revitalizar a zona histórica de Faro e garantir a diversão entre os visitantes. Os ritmos musicais são a alma do evento, juntamente com o Mercado da Traça que também se realizou no ano anterior.
O mercado conta com 18 bancas, com vários produtos para venda. Desde roupa em segunda mão a artesanato contemporâneo, de mobiliário reciclado a sabonetes feitos com sal. Haverá ainda uma banca que terá para venda alguns produtos regionais e doçaria tradicional.
A animação musical começa ao som do trio algarvio Pelevento, que promete manter viva a tradição da terra, apresentando vários estilos musicais tradicionais da região algarvia que irão incentivar a dança. Ainda no primeiro dia, pode ouvir-se o grupo brasileiro Patubatê com uma mistura de electrónica e instrumentos de percussão invulgares como baldes ou peças de automóveis, por exemplo.
De volta a Portugal, e no segundo dia do festival, vão actuar no “palco mundo” os sevilhanos Rare Folk com uma mistura de rock, folk e música celta. O grupo Moya Kalongo, sob a liderança do moçambicano Simonal Bié, encerra o festival entre jazz, funk e afrobeat.
O evento decorre nos dias 7 e 8 de Setembro com actividades das 18h às 2h. A entrada é livre.