A Madeira tem oficialmente, e até ao momento, 18 casos de dengue registados pelo Instituto Ricardo Jorge.
Em comunicado, a DGS divulgou na terça-feira as suas recomendações para os cidadãos que viajem por estes dias para a Madeira.
Sublinhando que a febre de dengue "não se transmite de pessoa para pessoa", mas apenas "pela picada dos mosquitos infectados com o vírus", a DGS refere que "a principal medida de prevenção é a protecção contra a picada do mosquito, uma vez que não existe vacina". Por isso, "o uso de repelentes de insectos é uma medida essencial na prevenção".
Para os viajantes, a DGS recomenda usar "roupas frescas, largas, de preferência de cores claras e que cubram a maior área corporal possível", escolher "alojamento de preferência com ar condicionado ou protegido por redes mosquiteiras" e "aplicar repelente de insectos nas áreas expostas do corpo" (alertando para não utilizá-lo em crianças com idade inferior a 2 meses).
Durante a estada na região ou até 14 dias após deixá-la, sugerem-se outros cuidados: "Se surgirem queixas sugestivas de dengue, nomeadamente febre de início súbito com dores de cabeça, dores musculares, dores articulares, ou ainda, mais raramente, manchas no corpo ou hemorragias", não utilizar ácido acetilsalicílico (p.e. Aspirina) ou outros anti-inflamatórios não esteróides (p.e. ibuprofeno). O conselho, para o controlo de febre ou dores, é usar paracetamol. Se necessário, sugere-se o contacto directo com médico assistente ou serviço de saúde local e para mais informações ligar para a Linha Saúde 24 (808 24 24 24).
O secretário dos Assuntos Sociais da Madeira, Francisco Jardim Ramos, garantiu que "está tudo preparado para responder com eficácia a todos os casos" e que "as situações que apareceram estão controladas”.
DG Saúde | Instituto de Administração da Saúde e Assuntos Sociais - Madeira
-> Mais desenvolvimentos sobre o dengue na Madeira no PÚBLICO