Outra incógnita é o tempo que ficarão pela Arménia. É que os planos da viagem foram crescendo ao ritmo do aumento do grupo e o destino final perfeito começa a ser os Himalaias. “Já que vamos tão longe, porque não continuar até ao Nepal? Esse sonho ainda está em fase de crescimento, vai depender muito da nossa vontade e do dinheiro”, conta Tânia. “Nós estamos a pensar em chegar à Arménia em Junho ou Julho, portanto se continuássemos estaríamos até Setembro no Paquistão e depois seria passar a Índia e chegar ao Nepal em Outubro ou Novembro”, planeia André.
Pelo caminho, esperam “conhecer muita gente, muitas culturas e sítios espectaculares”, “aprender a escutar o corpo e ficar em forma”, mas também apanhar muita chuva, ter total falta de conforto e muitas discussões. “Já somos um grupo grande para fazer uma coisa destas, vai ser um desafio, vamo-nos fartar um dos outros, de certeza, mas também vão sair daqui muitas histórias”, defende André. Para “trazer sangue novo ao grupo”, acrescenta Rui Valbom, ao longo do périplo vários amigos e conhecidos vão-se “juntar para fazer uma parte do percurso”.
“Tem sido fixe a bola de neve desta viagem: primeiro era uma viagem da Tânia, depois do Zé, minha, a seguir juntaram-se eles e depois há muita malta que curtiu a ideia e partiu connosco no primeiro dia”, conta André. “É giro, porque basicamente estamos a fazer as pessoas sair de casa, agarrar numa bicicleta e andar. Isto não é nosso, é de quem quiser, por isso nós vamos, venham connosco”.
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