Como estudante da área, Sara Lopes destaca o facto de a realidade transmitida pelos laboratórios ser ficcionada, "visto que não apresenta objectos reais". No entanto, considera as explicações teóricas que estão expostas em cada laboratório "muito interessantes e didácticas", e está convicta de que, ao lê-las, "aprende-se muito". "Seria importante também que as pessoas soubessem que o cientista forense não está em todo o processo, mas apenas na recolha e tratamento das provas, havendo especializações nas várias áreas forenses. No que respeita aos interrogatórios a testemunhas e suspeitos, estão a cargo dos elementos da Policia Judiciária", nota.
"Crime no Museu" é a primeira exposição do género em Portugal e, até 2 de Outubro, estão previstas actividades paralelas que complementam a exposição. É o caso dos jantares-mistério, nos quais todos os participantes são suspeitos, ou ainda de visitas a instalações da polícia e ciclos de conversas sobre ciência forense.
"Crime no Museu"
De terça a sexta-feira, das 10h00 às 18h00. Aos fins-de-semana e feriados, das 10h00 às 19h00. A entrada custa quatro euros para crianças e sete para adultos. O bilhete de família fica por 15 euros.
Até 2 de Outubro
http://www.pavconhecimento.pt/