Tudo pretextos adicionais para descobrir a cidade, entre as margens do rio Foyle e as muralhas do século XVII, testemunhas de uma história rica, por vezes sangrenta numa região de grande beleza natural.
Infos: Turismo de Derry/Londonderry | Turismo da Irlanda do Norte
Rio de Janeiro, Brasil
Nos próximos anos, se haverá cidade que andará na boca do mundo será o Rio de Janeiro. Afinal, a cidade maravilhosa, a cidade brasileira mais famosa no mundo, prepara-se para receber os maiores eventos desportivos do planeta: os jogos olímpicos de 2016 e antes, em 2014, o campeonato do mundo de futebol. Por isso, porque não ir antes e evitar as multidões e a previsível (maior) escalada de preços?
A revolução urbana necessária para receber essas provas já começou e muitos projectos ficarão concluídos durante 2013. Assim, juntar-se-á o futuro e o passado da cidade que em 2012 a UNESCO distinguiu como Património Mundial, pelo cenário urbano que se esculpe entre as montanhas e o mar. O bordado indisciplinado que se tece em costa caprichosa é tutelado por uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo, o Cristo Redentor, no Corcovado, mas o Pão de Açúcar rivaliza nas vistas que oferece à entrada da baía de Guanabara.
De chinelos no pé e areia perto, entre Ipanema, Copacabana, Leblon e Lagoa (Rodrigo de Freitas), do Parque Nacional da Tijuca ao Jardim Botânico, pelo centro da cidade entre testemunhos da colónia e do império e despiques modernistas, dos passos do samba e do desvario do funk, de coco na mão ou pé no “bondinho”, da cultura formal à criatividade à solta — há mil rios de janeiros.
Infos: Turismo do Rio | Turismo do Brasil
São Francisco, Estados Unidos
A sua aura criou-se nos anos 1960: São Francisco foi o berço do movimento hippie, onde todos usavam “flores no cabelo”. Desde então, a cidade californiana tem gozado da fama, e do proveito, de ser uma das mais liberais dos Estados Unidos — não é à toa que entre os pontos incontornáveis estão o bairro Haight, onde sobrevivem reminiscências da contra-cultura da década de 1960, e o bairro Castro, onde a cultura LGBT floresce.
Cidade descontraída, conhecida pela sua vida cultural intensa (e, muitas vezes, informal), pelos seus restaurantes e pelos seus terramotos, estende-se em colinas, atravessadas por ruas inclinadas onde circulam eléctricos amarelos entre casario vitoriano de cores claras — é um dos seus postais, muitas vezes em contraste com o skyline.
Outros postais inevitáveis são a ponte Golden Gate e a baía, onde, entre outras, se destacam a ilha-prisão Alcatraz. No próximo ano, mais do que habitualmente, São Francisco vai virar-se para o mar — e não só visto de Fisherman’s Wharf com os seus leões-marinhos; há novos projectos no waterfront.
Afinal, não é sempre que se recebe a Taça América (America’s Cup), a mais importante regata internacional e o evento desportivo mais antigo do mundo (1852), que chega em Julho.
Infos: Turismo de São Francisco
Cataratas Vitória, Zimbabwe/Zâmbia
A maior queda de água do mundo (1708 metros de extensão e 108 de altura) não é segredo para ninguém e desde que David Livingstone a avistou pela primeira vez, em 1855, o nome que lhe deu tem andado na boca de todos: Cataratas Vitória, a impor-se ao nome local Mosi-oa-Tunya (“fumo que troveja”).