Fugas - Viagens

  • Vista da Fajã Grande
    Vista da Fajã Grande Paulo Ricca
  • Paulo Ricca
  • Santa Cruz das Flores
    Santa Cruz das Flores Paulo Ricca
  • Paulo Ricca
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  • Fajã Grande
    Fajã Grande Paulo Ricca
  • Fajã Grande
    Fajã Grande Paulo Ricca
  • Ilhéu de Monchique
    Ilhéu de Monchique Paulo Ricca
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  • Fajã Lopo Vaz
    Fajã Lopo Vaz Paulo Ricca
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  • Fajã Lopo Vaz
    Fajã Lopo Vaz Paulo Ricca
  • Fajã Lopo Vaz
    Fajã Lopo Vaz Paulo Ricca
  • Caminho para a Fajã Lopo Vaz
    Caminho para a Fajã Lopo Vaz Paulo Ricca
  • Paulo Ricca
  • Paulo Ricca
  • Paulo Ricca
  • Paulo Ricca
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  • Lagoa Comprida
    Lagoa Comprida Paulo Ricca
  • Lagoa Funda
    Lagoa Funda Paulo Ricca
  • Santa Cruz das Flores
    Santa Cruz das Flores Paulo Ricca
  • Rocha dos Bordões
    Rocha dos Bordões Paulo Ricca
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  • Lagoa Rasa
    Lagoa Rasa Paulo Ricca
  • Lagoa Funda
    Lagoa Funda Paulo Ricca
  • Lagoa Funda
    Lagoa Funda Paulo Ricca
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    Lagoa da Lomba Paulo Ricca
  • Garajau comum
    Garajau comum Paulo Ricca
  • Lagoa Funda e Rasa
    Lagoa Funda e Rasa Paulo Ricca
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  • Trilho para a Fajã de Lopo Vaz
    Trilho para a Fajã de Lopo Vaz Paulo Ricca
  • Gruta do Galo
    Gruta do Galo Paulo Ricca

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As Flores e o Corvo à mercê do tempo

Estamos absolutamente esmagados. Isto é imenso e misterioso, pena não termos mais tempo para fruir do instante. A contragosto, voltamos as costas a este reino encantado e vamos descer. De bónus, ainda levamos a visão longínqua da lagoa Branca. E finalmente o céu abre-se para nos mostrar a imponência da Rocha dos Bordões. Talvez hoje pudéssemos subir ao Pico da Sé e fazer a caminhada até ao Poço da Alagoinha.

A ilha, percebemos agora, é uma mulher prudente: não se mostra à primeira, gosta que lhe façam a corte sem pressas. Nós tivemos alguma pressa, reconhecemos. Mas havemos de voltar, Flores.

Quando ir

O Verão é, hipoteticamente, a melhor altura para uma visita à ilha das Flores, mas, conforme a Fugas constatou, não é garantia de nada. É de facto possível apanhar as quatro estações num mesmo dia. O conselho mais sensato que temos para dar é este: quem desejar realmente conhecer a ilha, deve optar por uma estadia mais ou menos distendida, para aumentarem as hipóteses de fintar os caprichos da meteorologia.

Como ir

Não há voos directos do continente para a ilha das Flores, nem tão-pouco para o Corvo. De Lisboa e do Porto, há várias hipóteses de escala. Com a Sata, a Fugas voou do Porto para Ponta Delgada e de lá para as Flores. O primeiro voo durou perto de duas horas, o segundo uma hora e um quarto. Dependendo da altura do ano e da antecedência com que se marcam os voos, o preço final rondará os 300, 350 euros. A TAP também voa de Lisboa e do Porto para as ilhas. Das Flores para o Corvo (e vice-versa), a viagem pode fazer-se de barco (30 euros o barco turístico, saída do cais do Boqueirão, Santa Cruz; 20 euros o barco de carreira, do Governo Regional, saída do Corvo para o porto das Poças, em Santa Cruz das Flores, duas vezes por dia, de manhã e de tarde). No Verão, os barcos do Governo saem todos os dias, menos à quarta-feira. Quanto ao avião, sai às segundas, quartas e sextas das Flores para o Corvo e os bilhetes, de ida e volta, andam à volta dos 50 euros. O voo dura 15 minutos.

Onde ficar

O Hotel das Flores, propriedade do Inatel, é a mais recente unidade hoteleira da ilha e oferece muito boas condições, confirmou a Fugas. Há quartos com vista de mar, que são os mais recomendáveis - e também, claro, os mais procurados. Destes quartos, em dias límpidos, é possível avistar o Corvo. Situado em Santa Cruz, a dois passos do Centro de Interpretação Ambiental do Boqueirão e do cais com o mesmo nome, pertíssimo também do aeroporto, tem uma piscina que parece prolongar-se no mar e um restaurante competente.

Hotel das Flores
Zona do Boqueirão, Santa Cruz
9970-390 Santa Cruz das Flores
Tel.: 292 590 420
Email: inatel.flores@inatel.pt
www.inatel.pt

Preços: 108€ quarto standard e 115€ quarto superior (duplos).

Onde comer

Sejamos francos: a restauração na ilha das Flores precisa de um impulso. A oferta não é muito grande e há lugares com fama de cobrarem muito por pouco - leia-se por comida que não é nada de especial. Se tivermos que recomendar um restaurante, recomendamos o Pôr do Sol, na Fajãzinha. O nome não engana e há quem diga que oferece o melhor ocaso da ilha. Instalado numa casinha de pedra, oferece um ambiente rústico e comida tradicional, sendo que a grande especialidade é a linguiça com inhame. Também serve feijoada e alguns peixes. No capítulo das sobremesas, destaque para os vários pudins, com nomes tão sugestivos como "pudim não sei". As doses começam nos oito e vão até aos 12, 13 euros.

Restaurante Pôr do Sol
Fajãzinha
9960-110 Fajãzinha
Tel.: 292552075

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