Fugas - viagens

  • Miguel Manso
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As noites e os dias de Budapeste

Chico Buarque escreveu em Budapeste, o seu terceiro romance, que o húngaro "é a única língua do mundo que, segundo as más línguas, o diabo respeita". O húngaro mantém-se para nós impenetrável, mas julgamos agora compreender Budapeste. Cidade imperial. Cidade histórica. Cidade viva, acima de tudo.

 

Guia prático

Como ir

A TAP voa de Lisboa para Budapeste com preços a rondar os 294 euros, já com taxas incluídas.

Onde ficar

Mercure Korona Hotel
Kecskmeti Utca, 14
Localizado a poucos minutos de distância do Danúbio, com o Museu Nacional Húngaro ao virar da esquina e a Raday Utca, uma das zonas mais procuradas pelos bares e esplanadas à distância de uma rua, o Mercure Korona é um óptimo "centro de operações" para a descoberta de Budapeste.


Comer e beber

Com uma tradição de quatro mil anos, os vinhos húngaros começam a recuperar da estagnação em que viveram no período comunista. No Castelo de Buda, Património da Humanidade, podemos viajar pelos seus sabores, do branco doce Tokaji que Luís XIV declarou "o rei dos vinhos e vinho de reis", ao Egri Bikavér (sangue de touro), tinto fortíssimo, que quase diríamos feroz.

Ainda em Buda, o restaurante 21 (Fortuna Utca, 21) permite saborear a renovação da gastronomia tradicional entre decoração elegante mas em ambiente informal. Uma refeição completa ficará pelos 7400 forints (cerca de 25 euros).

Para uma experiência mais próxima do quotidiano de Peste, e para refeições mais apressadas, existe o Szeráj, restaurante turco muito procurado pelos trabalhadores de Budapeste, na Szent István körut, 13. Para um pequeno-almoço húngaro retemperador de ovos mexidos com presunto e cebola, acompanhados de duas fatias de pão e chá com mel, o Zoe Café, no número 20 da Raday Utca é uma boa hipótese. E tudo começa com um shot de palinka, aguardente húngara extraída de frutos silvestres.

A Fugas viajou a convite da TAP

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